domingo, agosto 28, 2016


Por que o Príncipe William se Agacha sempre que fala com o Filho?


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A imprensa inglesa, sempre em alerta para os movimentos de sua casa real, raramente deixa escapar algum detalhe. O último que lhe chamou a atenção é por que o príncipe William, da Inglaterra, está de cócoras na grande maioria das fotos em que aparece falando com seu filho, o príncipeGeorge.
FAIRFORD, WALES - JULY 08:  Prince William, Duke of Cambridge and Prince George during a visit to the Royal International Air Tattoo at RAF Fairford on July 8, 2016 in Fairford, England.  (Photo by Chris Jackson/Getty Images)
FAIRFORD, WALES – JULY 08: Prince William, Duke of Cambridge and Prince George during a visit to the Royal International Air Tattoo at RAF Fairford on July 8, 2016 in Fairford, England. (Photo by Chris Jackson/Getty Images)
Nesta posição o vimos no batismo de sua filha mais nova, Charlotte, em um jogo beneficente de pólo e até ao lado do presidente Barack Obama, durante sua visita ao palácio de Kensington. Em um vídeo que se tornou viral nas redes sociais, vê-se como a avó dele, a rainha Elizabeth II, lhe chama a atenção por romper o protocolo durante o desfile aéreo da RAF (Royal Air force), realizado na passagem dos 90 anos da monarca, em junho: “Stand up, William” (Fique de pé, William), disse-lhe, com cara de poucos amigos.
William estava fazendo aquilo de novo: havia ficado na altura do menino e, olhando-o nos olhos, respondia a todas as suas perguntas sobre as acrobacias dos aviões, sem pressa e sem se importar que o restante da família já estivesse em pé. Ele não queria dirigir-se ao filho de uma posição superior.
Não é nada novo: trata-se de uma técnica de criação denominada escuta ativa, um jeito respeitoso de tratar as crianças, para que se sintam realmente ouvidas.
A pedagoga Leticia Garcés Larrea a define como “uma forma de comunicação entre os membros da família que vai permitir desenvolver a empatia e ao mesmo tempo proteger os vínculos afetivos”.

Concentre-se e olhe nos olhos de seu filho

A primeira vez que se fez alusão ao conceito de “escuta ativa” foi em 1957 pelos psicólogos norte-americanos Carl Rogers e Richard E. Farson e, mais à frente, o também psicólogo Thomas Gordon escreveu o manual para aplicá-lo: “Parent Effectiveness Training” (técnicas eficazes para os pais).
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Para a psicóloga e psicoterapeuta Isabel Fuster, mais que uma técnica é uma postura diante da vida, uma forma de escutar as pessoas, de nos colocarmos em seu lugar: “Entre adultos esta comunicação parece mais simples (embora nem sempre sejamos tão empáticos como deveríamos), mas ao tratar com crianças nos deparamos com a dificuldade de que o pequeno não entende o mundo dos mais velhos, cujo principal meio de comunicação é o discurso falado. Até aproximadamente os 12 anos, ele se encontra em um mundo sensorial e perceptivo diferente do nosso.
A prova mais evidente de que estamos escutando-o é o contato visual. Para isso, é preciso se colocar à altura de seus olhos porque a criança se sentirá mais próxima dos pais, além de isso ajudá-la a empatizar com eles e a lhe transmitir calma e serenidade.
O que os especialistas destacam é o aspecto emocional desta comunicação: escutar é saber o que a criança sente, não só o que diz.

“Não quero ir à escola porque não sei fazer os exercícios”

Garcés conta como os pais, “muitas vezes, mais que educar, pretendem obter uma obediência imediata e conveniente: ‘não faça barulho porque isso me incomoda’ ou ‘não fique se mexendo que fico nervosa’. Esta necessidade faz com que não cheguemos a analisar o que realmente acontece a nosso filho para encontrar o motivo de seu acesso de raiva. Por que não quer ir à escola? Por que esperneia e chora ao ter de ir embora da festa de aniversário? Se praticamos a escuta ativa talvez descubramos que a criança tem medo de enfrentar um exame para o qual não estudou o suficiente ou que não podia explicar com palavras que não queria sair da festa sem despedir-se de seu melhor amigo”.
“Por trás de seu mau comportamento se esconde uma emoção, e uma criança necessita que os pais possam identificar o que é. Se uma criança está quebrando coisas, batendo ou insultando, algo está se passando com ela: está buscando uma solução através de sua ação.”
“Se a ameaçamos ou castigamos antes de compreendê-la, talvez faça o que queremos, mas de um jeito manipulado com o qual aprenderá a ter medo em vez de descobrir o que se passa consigo e como solucionar isso. Uma criança de 4 ou 5 anos não entende ainda as leis da responsabilidade nem tem um pensamento reflexivo, por isso voltará a repetir seus comportamentos”, pondera a psicóloga Isabel Fuster.

Seu mau comportamento com você não é algo pessoal

O psicólogo norte-americano especialista em adolescentes e autor de “10 Days to a Less Defiant Child” (10 dias para uma criança menos contestadora), Jeffrey Bernstein, explica em seu blog da revista especializada Psychology Today que os pais não devem levar nada para o lado pessoal, sobretudo dos adolescentes ou pré-adolescentes. Para o especialista, os adultos tendem a contestá-los e se enfrentar verbalmente com eles como se estivessem se justificando, sem se dar conta de que o jovem está lutando contra seus próprios problemas, que não são os nossos.
Um dos exemplos com os quais ilustra seu argumento é o seguinte: um pai de um filho problemático de 12 anos passava os dias lhe perguntando infrutiferamente o que havia com ele, por que tinha aquele comportamento, até que decidiu mudar o discurso: “Por favor, filho, preciso entender o motivo por que você está sempre tão zangado”. Esta pequena mudança deixou as portas abertas para que o filho refletisse sobre isso. Pouco depois, conta Bernstein, começou a se abrir e a compartilhar seus pensamentos.
“Uma educação condicionante que modifica condutas, provocando o medo ao castigo, às ameaças, aos gritos ou às comparações entre irmãos (‘olha que grande está o seu irmão porque comeu tudo, e você, não…’), não produzirá hábitos que permitam desenvolver uma vontade com a qual a criança aprenda a se impor seus próprios limites”, afirma Garcés.
Ir logo para a cama ou escovar os dentes podem ser regras que a aborreçam e que simplesmente se negue a cumprir. Mas as frases ameaçadoras, como “se você não escova os dentes eles vão cair”, vão gravar em seu cérebro o estado alterado dos pais e, de modo algum, a necessidade de uma higiene correta.
Fuster insiste em como é importante não ceder diante do castigo, por mais que a sua vida não seja tão relaxada como a do príncipe e os nervos aflorem com mais naturalidade. “Se ao filho custa muito escovar os dentes, melhor é pegá-lo nos braços e dizer-lhe com um sorriso: ‘compreendo que seja difícil para você, mas é preciso, querido’”, diz.

Isto não é o paraíso

Não se deve confundir esta técnica com um modelo sem limites que transforme a criança em um tirano egocêntrico.
Mas, a escuta ativa é compatível com a disciplina? O que acontece se os pais confundem esse tipo de comunicação respeitosa e assertiva com a permissividade mais absoluta, com dar-lhes tudo o que quiserem?
Isabel Fuster tem isso claro: “O amor não é sinônimo de fraqueza, nem estabelecer limites é sinônimo de dureza. É preciso estabelecê-los, embora às vezes isso nos custe. Cada casa deve ter valores e os pais devem fazer com que sejam cumpridos, a partir do amor. Evidentemente, a criança se irritará diante das negativas ou obrigações, mas é normal, tem que frustrar-se. Se não tivesse frustrações seria um tirano”, recomendaFuster.
Garcés concorda: “Precisamente, para uma família muito permissiva é mais complicado praticar a escuta ativa. Os limites são necessários, a questão é como os colocamos: são para nos ajudar, não para que se tornem uma imposição”.

O resultado: adultos mais seguros de si mesmos

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E que tipo de adulto será uma criança criada sob a batuta da escuta ativa? “É como se ela gravasse um modelo de comunicação que lhe dissesse: ‘Assim é como você deve ser tratada pelas demais pessoas’, o que pode chegar a ser uma proteção diante de todo tipo de assédio, já que será mais fácil para ela identificar que o tratamento que está recebendo não é o que merece, e assim o rejeitará”, indica a pedagoga.
Pelo contrário, quando uma criança está familiarizada com os gritos e as ameaças, porque é a maneira de se comunicar que conheceu em casa, fora de casa será mais propensa a consentir com os maus-tratos porque não tem interiorizado nenhum sinal que lhe indique que não pode ser abordada desse jeito. É preciso estar aí e lhe dar a segurança de que necessita para tomar suas decisões. “É uma proteção simbólica e, no dia de amanhã, embora os pais já não estejam com ela, terá essa necessidade suprida”, recorda Fuster.
Essa criança, já um adulto, recordará do pai agachado no seu nível, dando-lhe a entender que até ele, seu sagrado progenitor, desce das alturas para tratá-la como merece: em uma igualdade muito real.
Fonte: El País


sexta-feira, agosto 19, 2016


Nova coleção Primavera Verão Expédition Milon


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Chegou a hora de conhecer a nova coleção Primavera Verão 2017 da Milon. Com o tema “Expédition” ela é inspirada na megatendência Graceful que combina florais com a delicadeza da renda em tecidos bem fluídos. As cores claras com toque sofisticado também são uma marca registrada desse estilo.

Vamos conferir todos os detalhes?



Os detalhes artesanais e os tecidos diferenciados ganham destaque – com um toque retrô, inspirado na vida vegetal e no abstrato.

O resultado é uma coleção com malhas e tecidos inovadores como o jacquard estampado e o neoprene com relevo. Além disso, a sofisticação também marca presença com peças em renda, chiffon e organza.



Para deixar o visual dos meninos com um toque único, a coleção Expédition trouxe um conjunto com uma estampa exclusiva desenvolvida a mão para deixar os passeios ainda mais especiais.



Os elementos naturais e náuticos também marcam presença, além de peças com aplicações de sprays e lavagens que estão em alta na moda masculina.



Confira todos os detalhes em nosso fashion filme:


Você já pode conferir a coleção na loja http://www.lojadesejodemae.com/

Créditos: http://blog.milon.com.br/



sexta-feira, julho 08, 2016


10 maneiras de consumir mais probióticos


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Melhora nas funções intestinais e proteção imunológica são alguns dos benefícios dos probióticos, as bactérias amigas do organismo 



O termo probiótico deriva do grego e significa “pró-vida”. São microrganismos vivos naturalmente encontrados no intestino e que trazem benefícios ao organismo, como por exemplo a proteção contra agentes infecciosos, prevenção de doenças e a preservação da flora intestinal.

A má alimentação, problemas intestinais, uso crônico de antibióticos e laxantes podem prejudicar a flora intestinal reduzindo consideravelmente o número de bactérias probióticas no intestino. Nestes casos a suplementação e a inserção de alimentos ricos em probióticos na dieta se tornam necessárias. Saiba o que são, onde são encontrados e como incluir em sua alimentação os alimentos probióticos.

O que são probióticos?

Segundo a nutricionista e personal diet Flavia Germinari, “os probióticos podem ser definidos como microrganismos vivos capazes de beneficiar o hospedeiro através do equilíbrio da flora intestinal”.

Para Flavia, “cerca de 80ml de fonte de probióticos duas vezes ao dia (totalizando 160ml por dia), já promovem benefícios”. A nutricionista Tatiana Hirooka Guerra orienta ainda que “a dose necessária varia entre 1–10 bilhões de ufc/dose (Unidades Formadoras de Colônia – em torno de 100 milhões de bactérias probióticas)”. A maioria dos iogurtes e leites fermentados garante essa dose em cada embalagem.






Onde os probióticos são encontrados?

“Os probióticos estudados e utilizados em humanos são bactérias láticas (Lactobacillus, Bifidobacterium, Streptococcus e Enterococcus) e leveduras (Saccharomyces boulardii), encontrados normalmente no leite, leites fermentados, iogurtes e coalhadas”, afirma Flavia. É importante lembrar que por serem derivados de leite, esses alimentos contém altas concentrações de gordura, sendo assim, sugere-se optar pos alimentos com contrações reduzidas de gordura e açúcar, para evitar o desequilíbrio do peso.

Além disso, Tatiana orienta que atualmente, existem no mercado “comprimidos, cápsulas e sachês que contêm a bactéria na forma liofilizada, que não necessitam de refrigeração para se manter vivas ao contrário das bactérias encontradas nos leites fermentados ou iogurtes que podem ser perdidas se não estiverem sob refrigeração”.







Apesar do aumento da disponibilidade e do fácil acesso a esses alimentos, o consumo não deve ser indiscriminado, pois cada gênero atua de forma distinta. Abaixo você confere dez sugestões de alimentos ricos em probióticos para incluir em sua alimentação.

1. Iogurte: No iogurte o açúcar é transformado em ácido láctico através da fermentação bacteriana. Seu consumo é muito recomendado devido às propriedades nutricionais que possui e aos fermentos lácteos presentes na composição.

2. Leite Fermentado: Alimento obtido através da fermentação láctea por fermentos próprios. Na sua produção, ocorre uma diminuição do pH do leite. É considerado um alimento funcional e contém probióticos em quantidade considerável.

3. Queijo: Alimento feito a partir da coagulação do leite através de culturas bacterianas que transformam os açúcares do leite em ácido láctico, assim como ocorre no iogurte. Além de ser rico em probióticos, o queijo é um bom complemento alimentar, rico em proteína, cálcio e fósforo.

4. Coalhada: Coalhada ou leite coalhado é a parte sólida, resultante da coagulação do leite. Contribui para o equilíbrio da flora intestinal promovendo a sua regularidade. É muito rica em probióticos.

5. Chucrute: O chucrute é uma conserva de repolho fermentado. Além de ser fonte de vitamina C também tem grande quantidade de probióticos. A receita mais tradicional de preparação é a que utiliza apenas repolho, água e sal.

6. Missô: Missô é um ingrediente tradicional da culinária japonesa feito a partir da fermentação do arroz, cevada e soja com sal. O resultado é uma pasta usada principalmente para fazer a sopa de missô. Devido ao processo de fermentação também é rico em probióticos.

7. Molho shoyu: O molho shoyu é fabricado a partir de uma mistura de grãos de soja fermentados por microrganismos. Pode ser utilizado para temperar saladas e na preparação de alguns pratos.


8. Kefir: Na minha opnião, o melhor de todos. Diferentemente do iogurte que é fermentado apenas por lactobacilos, o kefir é fermentado por trinta e sete tipos diferentes de microorganismos em sua colônia, incluindo as leveduras o que garante um alimento rico em probióticos.

9. Cápsulas Probióticas: Hoje estão disponíveis no mercado uma série de complexos ricos em bactérias probióticas. São indicados para quem tem dificuldades em inserir na alimentação os alimentos lácteos. Um ponto positivo é que as cápsulas não precisam de refrigeração. O consumo deve ser feito sob orientação médica.

10. Probióticos solúveis: Assim como as cápsulas, os probióticos solúveis também têm se tornado populares. O preparo se dá como os sucos instantâneos, basta misturar o conteúdo do sachê em 200ml de água. Prometem suprir a necessidade diária de probióticos do organismo.
Além dos alimentos citados acima, atualmente exitem estudos recentes que associam o consumo de maionese, carnes, patês, extratos de sementes vegetais e peixe ao aumento de probióticos no organismo.

Quais os benefícios dos probióticos no organismo?


Na medicina, os probióticos são usados na prevenção e tratamento de doenças. Segundo a nutricionista Tatiana, vários estudos relatam os benefícios atribuídos aos probióticos na preservação da integridade intestinal e atenuação dos efeitos de doenças intestinais, como diarréia e doença intestinal inflamatória. “Há ainda evidências de que os probióticos estimulem a resposta imunológica, na modulação de reações alérgicas, na melhoria da saúde urogenital de mulheres e nos níveis sanguíneos de lipídeos”, acrescenta.

A síntese de vitaminas do complexo B, absorção de cálcio, como imunomoduladores, a inibição da carcinogênese (tumores), a redução das concentrações de colesterol, e aumento da tolerância e digestibilidade da lactose também são alguns benefícios citados pela nutricionista Flavia.
Apesar dos muitos benefícios para a manutenção da saúde, o consumo de probióticos deve estar associado a hábitos de vida saudáveis. Converse com seu nutricionista ou médico antes de fazer qualquer alteração na sua alimentação. Siga uma dieta equilibrada e pratique exercícios físicos regularmente.

 Matéria do Dicas de Mulher




quarta-feira, julho 06, 2016


Extero-gestação, já ouviu falar?


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Segundo algumas teorias, a gestação não acaba quando o bebê nasce. Existe ainda um período de transição entre a vida uterina e o meio externo.


Os bebês humanos estão entre os mais indefesos de todos os mamíferos. Por causa do maior tamanho do cérebro e do fato de que o tecido nervoso necessita de mais calorias para se manter que qualquer outro, grande parte do alimento ingerido é gasto em prover nutrição e calor para as células nervosas. Mais significante é o fato de que nossos bebês necessitam nascer mais cedo do que deveriam, com seus cérebros ainda não totalmente desenvolvidos. Se o bebê humano nascesse já com o sistema nervoso central amadurecido, sua cabeça não passaria pela pelve estreita da mãe no momento do parto. Ao contrário de outros mamíferos, como girafas e cavalos, o recém-nascido humano é incapaz de andar por um longo período após o nascimento, porque lhe falta o aparato neurológico maduro para tanto. O custo primal de ter um cérebro grande é que nossos filhotes nascem extremamente dependentes e em necessidade constante de cuidado.

O crescimento do nosso cérebro após o nascimento é mais rápido do que o de qualquer outro mamífero e segue neste ritmo por 12 meses.

A seleção natural demanda que pais humanos cuidem de seus filhos por um longo período e que os filhos dependam dos pais. Esta necessidade mútua traduz-se em um estado emocional chamado “apego”.

Em algumas culturas, como na tribo !Kung, bebês raramente choram por longos períodos e não há sequer uma palavra que signifique “cólica”. As mães carregam os bebês junto ao corpo, com um aparato semelhante a um “sling”, mesmo quando saem para a colheita. A relação mãe-bebê é considerada sacrossanta, eles permanecem juntos o tempo todo. O bebê tem livre acesso ao seio materno e vê o mundo do mesmo ponto de observação que sua mãe.
Nossa cultura ocidental não permite um estilo de vida idêntico ao de tribos primitivas, mas podemos tirar lições valiosas sobre como ajudar nossos bebês na adaptação à vida extra-uterina.
Nos primeiros 3 meses de vida, o bebê humano é tão imaturo que seria benéfico a ele voltar ao útero sempre que a vida aqui fora estivesse difícil.

É preciso compreender o que o bebê tinha à sua disposição antes do nascimento, para saber como reproduzir as condições intrauterinas. O bebê no útero fica apertadinho, na posição fetal, envolvido por uma parede uterina morninha, sendo balançado para frente e para trás a maior parte do tempo. Ele também estava ouvindo constantemente um barulho “shhhh shhhh”, mais alto que o de um aspirador de pó (o coração e os intestinos da mãe).

A reprodução das condições do ambiente uterino leva a uma resposta neurológica profunda “o reflexo calmante”. Quando aplicados corretamente, os sons e sensações do útero têm um efeito tão poderoso que podem relaxar um bebê no meio de uma crise de choro.

Os 5 métodos para acalmar um bebê até 3 meses de idade são extremamente eficazes SOMENTE quando executados corretamente. Sem a técnica correta e o vigor necessário, não adiantam em nada.


Teoria da Extero-Gestação

1. Pacotinho ou casulo (embrulhar o bebê apertadinho)

A pele é o maior órgão do corpo humano e o toque é o mais calmante dos cinco sentidos. Embrulhadinho, o bebê recebe um carinho suave. Bebês alimentados, mas nunca tocados, freqüentemente adoecem e morrem. Estar embrulhadinho não é tão bom quanto estar no colo da mãe, mas é um ótimo substituto para quando a mãe não está por perto.
Bebês podem ser embrulhados assim que nascem. Apertadinhos, de forma que não mexam os braços. Eles se sentem confortáveis, “de volta ao útero”. Bebês mais agitados precisam mais de ser embrulhados, outros são tão calmos que não precisam.
Se o bebê tem dificuldade para pegar no sono, pode ser embrulhado apertadinho, não é seguro colocar um bebê para dormir com um cueiro solto. Não permita que o cueiro encoste no rosto do bebê. Se estiver encostando, o bebê vai virar o rosto procurando o peito, ao invés de relaxar.
Todos os bebês precisam de tempo para espreguiçar, tomar banho, ganhar uma massagem. 12-20 horas por dia embrulhadinho não é muito para um bebê que passava 24 horas por dia apertadinho no útero. Depois de 1 ou 2 meses, você pode reduzir o tempo, principalmente com bebês tranqüilos e calmos.

2. Posição de Lado

Quanto mais nervoso seu bebê estiver, pior ele fica quando colocado sobre as costas. Antes de nascer, seu bebê nunca ficou deitado de costas. Ele passava a maior parte do tempo na posição fetal: cabeça para baixo, coluna encolhida, joelhos contra a barriga. Até adultos, quando em perigo, inconscientemente escolhem esta posição.
Segurar o bebê de lado ou com a barriga tocando os braços do adulto ajuda a acalmá-lo (a cabeça fica na mão do adulto, o bumbum encostado na dobra do cotovelo do adulto, com braços e pernas livres, pendurados). Carregar o bebê num sling, com a coluna curvada, encolhidinho e virado de lado, tem o mesmo efeito. Atualmente especialistas são unânimes em dizer que bebês NÃO DEVEM SER POSTOS PARA DORMIR DE BRUÇOS, pelo risco de morte súbita.
O bebê não sente falta de ficar de cabeça para baixo, como no útero, porque na verdade o útero é cheio de fluido e o bebê flutua, como se não tivesse peso algum. Do lado de fora, sem poder flutuar, virado de cabeça para baixo, a pressão do sangue na cabeça é desconfortável.

3. Shhhh Shhhh – O som favorito do bebê

O som “shhh shhh” é parte de quem somos, tanto que até adultos acham o som das ondas do mar relaxante. Para bebês novinhos, “shhh” é o som do silêncio. Ele estava acostumado a ouvir tal som 24 horas por dia, tão alto quanto um aspirador de pó. Imagine o choque de um bebê acostumado a tal som o tempo todo chegando a um mundo onde as pessoas cochicham e caminham na ponta dos pés, tentando fazer silêncio!
Coloque sua boca 10-20 cm de distância dos ouvidos do bebê e faça “shhh”, “shhh”. Aumente o volume do “shh” até ficar tão alto quanto o choro do bebê. Pode parecer rude tentar “calar” um bebê choroso fazendo “shh”, mas para o bebê, é o som do que lhe é familiar.
Na primeira vez fazendo “shhh”, seu bebê deve calar após uns 2 minutos. Com a prática, você será capaz de acalmar o bebê em poucos segundos. É ótimo ensinar isso aos irmãos mais velhos, que adorarão poder ajudar e acalmar o bebê.
Para substituir o “shhh”, pode-se ligar:
– secador de cabelos ou aspirador de pó
– som de ventilador ou exaustor
– som de água corrente
– um CD com som de ondas do mar
– um brinquedo que tenha sons de batimentos cardíacos
– rádio fora de estação ou babá eletrônica fora de sintonia
– secadora de roupas ligada com uma bola de tênis dentro
– máquina de lavar louças
O barulho do carro ligado também acalma a criança.

4. Balanço

“A vida era tão rica no útero. Rica em sons e barulhos. Mas a maior parte era movimento. Movimento contínuo. Quando a mãe senta, levanta, caminha e vira o corpo – movimento, movimento, movimento.” (Frederick Leboyer, Loving Hands)
Quando pensamos nos 5 sentidos – visão, audição, tato, paladar e olfato – geralmente esquecemos o sexto sentido. Não é intuição, mas a sensação de movimento no espaço.
Movimento rítmico ou balanço é uma forma poderosa de acalmar bebês (e adultos). Isso porque o balanço imita o movimento que o bebê sentia no útero materno e ativa as sensações de “movimento” dentro dos ouvidos, que por sua vez ativam o reflexo de acalmar.
Como balançar ?
1. Carregando o bebê num “sling” ou canguru;
2. Dançando (movimentos de cima para baixo);
3. Colocando o bebê num balanço;
4. Dando tapinhas rítmicos no bumbum ou nas costas;
5. Colocando o bebê na rede;
6. Balançando numa cadeira de balanço;
7. Passeando de carro;
8. Colocando o bebê em cadeirinhas vibratórias (próprias para isso);
9. Sentando com o bebê numa bola inflável de ginástica e balançando de cima para baixo com ele no colo;
10. Caminhando bem rapidamente com o bebê no colo.
Quando balançar o bebê, seus movimentos devem rápidos mas curtos. A cabeça do bebê não fica sacudindo freneticamente. A cabeça move no máximo 2-5 cm de um lado para o outro. A cabeça está sempre alinhada com o corpo e não há perigo de o corpo mover-se numa direção e cabeça abruptamente ir na direção oposta.

5. Sucção

No útero, o bebê está apertadinho, com as mãos sempre próximas ao rosto, sugando os dedos com freqüência. Quando nasce, não mais consegue levar as mãos à boca. A sucção não-nutritiva é outra forma de acalmar o bebê. A amamentação em livre demanda não é recomendada somente para garantir a nutrição do bebê e a produção de leite da mãe, mas também para suprir a necessidade de sucção não-nutritiva. Alguns especialistas orientam às mães a darem chupetas para isso, mas ainda que a chupeta seja oferecida ao bebê, não deve ser introduzida nas 6 primeiras semanas de vida, quando a amamentação ainda está sendo estabelecida. Há sempre o risco de haver confusão de bicos e o bebê sugar o seio incorretamente.
É importante lembrar que o bebê nunca chora à toa. O choro nos primeiros meses de vida é a única forma de comunicar que algo está errado. Ainda que ele esteja limpo e bem alimentado, muitas vezes chora por necessidade de aconchego e calor humano. Por isso, falar que bebê novinho (recém nascido até 3 meses ou mais) faz manha (no sentido de chorar para manipular “negativamente” os pais) não tem sentido, bebês novinhos simplesmente não tem maturidade neurológica para tanto.

Bibliografia:
The Happiest Baby on the Block, Dr. Harvey Karp, Bantam Dell, 2002. New York.
Our Babies, Ourselves: How Biology and Culture Shape the Way We Parent, Meredith F. Small, Anchor Books, 1998. New York.




sexta-feira, julho 01, 2016


A Trombofilia na gravidez


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Olá gente,

Para inaugurar a mudança do blog, hoje vou falar sobre um probleminha que tive na gravidez do Lorenzo, na verdade tudo começou no pós-cesárea da Sofia, venha trazer informações sobre Tromboflebite, mas precisamente sobre Trombofilia, uma doença silenciosa que afeta muitas gestantes.

Eu tive uma Tromboflebite, uma trombose venosa na veia superficial, graças a Deus que veio com sintomas e na coxa, senti ardência e como se fosse mordidinhas na coxa e a veia começou inchar, liguei pro meu GO que já sabia do que se tratava e então logo comecei tomar Enoxaparina (anticoagulante), tive no pós-cesárea da Sofia e no inicio da gravidez do Lorenzo e foi a gravidez inteira levando injeções diárias, então no total foram mais de 200 injeções .

Nessa postagem vou falar mais sobre Trombofilia, que é a condição orgânica que favorece uma predisposição maior para desenvolver trombos, e pode ser herdada ou adquirida.


A trombofilia começou a ser estudada em 1856 quando um patologista alemão levantou uma hipótese para explicar a patogênese da trombose. Ele sugeriu que existiam três causas primárias de trombose arterial e venosa: estase, lesão nas paredes dos vasos e anormalidades na circulação sanguínea. Depois disso, muitos pesquisadores estudaram o assunto, mas só em 1965 um físico norueguês observou a associação da deficiência da antitrombina com a tromboembolia venosa em uma mesma família. Na sequência, em 1980, outras causas de trombofilias hereditárias foram descobertas, incluindo as deficiências das proteínas C e S.

         Trombofilias adquiridas e fatores associados também vêm sendo amplamente estudados nos últimos anos, especialmente os anticorpos antifosfolipídicos e, como fator associado, a hiperhomocisteinemia.


          O sistema hemostático possui papel de suma importância no estabelecimento e manutenção da gravidez. O desenvolvimento da circulação placentária é assegurado pelas modificações estruturais das artérias espirais e por um estado de hipercoagulubilidade induzido pela própria gestação, o que resulta num aumento dos fatores pró-coagulantes e diminuição dos fatores anticoagulantes e da fibrinólise. Assim, a trombofilia (adquirida ou herdada), que por si só tem característica trombótica, pode oferecer uma série de riscos às gestantes sob esta condição, tais como perdas de repetição, óbito fetal, pré-eclâmpsia, HELLP, RCIU (retardo no crescimento intra-uterino), parto prematuro, tromboembolismo materno e outros.



As trombofilias adquiridas, bem como seus exames de sangue, são chamadas de:

– Anticoagulante lúpico; – Anticorpos anticardiolipina; – Anticorpos antifosfatidilserina; – FAN (fator antinuclear); –  Anticorpos anti- beta-2-glicoproteína 1; – Anti–fosfatidil-etanolamina;
– lipoptn (a).



As trombofilias hereditárias, bem como seus exames de sangue, são:

– Mutação do Fator V de Leiden (R506Q) ; – Mutação do gene da protrombina (fator II- G20210A);  – Deficiência da Antitrombina ; – Deficiência da proteína C ; – Deficiência da proteína S  ; – Mutação do gene da metilieno tetrahidrofolato redutase – (MTHFR) – (Variantes 677C>T e 1298A>C); – Aumento do fator VIII (estudos recentes) ; – Fator IX e XI elevados(estudos recentes); – Fator XIII (Fator XIII Val-34-Leu) – estudos recentes; – Polimorfismo no gene beta-cistationina sintetase ; – Hiperhomocisteinemia ; – Mutação PAI­‑1 675G>A (4G/5G) e 844A>G (estudos recentes)  ; – Níveis elevados do Fator de von Willebrand (F vW) – ainda em estudo.

Na gravidez, ou durante a vida mesmo, as principais manifestações clínicas das trombofilias são: trombose venosa profunda, a tromboflebite, a embolia pulmonar e o AVC (acidente vascular cerebral). A trombose venosa é uma grave complicação clínica que afeta uma em cada mil pessoas anualmente. Mas nós trombofílicas temos dúvida quanto à esses dados. Será mesmo que são 1 para mil? Temos visto que ela está cada dia mais comum. 

Hábitos como os que irei citar abaixo servem de alerta para se evitar a trombose ou qualquer outro evento trombótico mais grave:

– O uso de pílulas anticoncepcionais (principalmente as pílulas que contenham estrógeno + progesterona, chamadas de pílulas combinadas, por possuírem os dois hormônios). 

Evitem tomar esses medicamentos, mesmo que seu ginecologista o indique. Nada justifica utilizar essas medicações. Verifique com seu médico, uma forma de contracepção, que contenha, somente progesterona, onde casos e eventos trombóticos com esse hormônio natural, são de risco quase zero. Se possível, converse com seu parceiro, vejam formas, juntos, de você não usar absolutamente hormônio nenhum! Sei que isso é difícil, mas é só uma questão de adaptação.

– Pesquise em sua família e procure casos de trombofilia ou tendência à ter trombose (qualquer pessoa que tenha tido: trombose venosa profunda, a tromboflebite, a embolia pulmonar e o AVC).

– Você que possui filha adolescente e que vai levá-la ao ginecologista (sim, ela vai pedir ou a médica irá indicar anticoncepcional), converse e seja franca com ela. Nada de anticoncepcional à base de estrógeno ou combinados (estrógeno + progesterona). Independente se possui ou não casos de trombose na família. Mesmo se o ginecologista disser que a possibilidade disso acontecer “é rara”.
 Vale ressaltar que o anticoncepcional somente à base de progesterona, evita problemas como: TPM, Endometriose, etc., pois a pessoa simplesmente não menstrua mais e isso não é um problema. Além da eficácia ser a mesma e pensando pelo lado natural, nosso organismo não precisa menstruar, não é mesmo?  
A pílula com progesterona não tem pausa e é por essa razão que você não menstrua. Ela não tem efeitos colaterais de maiores preocupações, como as outras já citadas.

A revista crescer divulgou a seguinte notícia essa semana: Câmara aprova projeto que torna exame de trombofilia obrigatório pelo SUS. Não deixem de ler.

Notícia maravilhosa, mas é claro que sabemos que, após o estado de SP aprovar, o próximo passo, é o congresso fidelizar essa decisão.

– Outro fator muito importante na prevenção da trombose e outras complicações: não fumar. Elimine definitivamente o tabaco de sua vida! Ele pode aumentar suas chances de ter um distúrbios graves de coagulação sanguínea.

– Chame imediatamente o seu médico se você notar: inchaço em um de seus braços e pernas, falta de ar, ou sintomas de um acidente vascular cerebral (assimetria fácil, alterações na fala, alterações na forma de andar, confusão mental, crise convulsiva ou até mesmo o coma). Independente de estar grávida, ou não.

– Vocês devem estar me perguntando: mas e se eu descobrir a tendência à trombofilia? Independente de estar grávida ou não, procure imediatamente um hematologista. Ele será o responsável pela indicação de todo tratamento e controle pós episódio. Não se esqueça que os medicamentos, ao longo da vida, serão necessários para diluir o sangue, caso você seja diagnosticado (a).

Não posso deixar de dizer que a Trombofilia não tem cura, mas sim tratamento. Os anticoagulantes estão disponíveis pelo SUS e também pela rede privada, em qualquer farmácia, com receituário de seu médico responsável., bem como de planos de saúde (infelizmente, somente alguns).

Dados retirados do site: Trombofilia e Gestação – não deixem de visita-lo! Por lá vocês conseguem tirar todas as suas dúvidas sobre a Trombofilia e principalmente, sobre a Trombofilia e Gestação.





Caso tenham duvidas podem deixar comentários que responderei conforme eu puder.

Bjos



quarta-feira, junho 29, 2016


Mudanças do blog


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Olá meninas, mamães,

Então como podem ver o blog mudou....
Mas mudou pra melhor, deixa de se chamar Renata Pure Glitter para chamar Desejo de Mãe.
Depois de muito tempo resolvi voltar a ativa.


Quem me acompanha no Facebook e Instagram sabe que sou mamãe de dois lindos bebês, a Sofia Lorena de 2 anos e 4 meses e o Lorenzo Miguel de 3 meses, então minha vida mudou 100%, abandonei maquiagens, saltos e produtos de beleza, por filhos, sapatilha e fraldas, e foi a melhor troca que fiz, estou me dedicando inteiramente a essa nova fase, por escolha minha, sou mãe em tempo 24hs, e junto comigo o blog vai mudar também, não tenho como continuar postando sobre coisas que não fazem mais parte da minha vida, sei que talvez vou desapontar alguns, mas sei que a maioria vai se identificar com as novas postagens, sobre os meus desejos de mãe ou algum dia vai, pois a maioria das mulheres sonha em ser mãe.
Espero que continuem acompanhando o blog e que minha postagens ajudem vocês mamães de alguma forma.
Bjos




sábado, fevereiro 14, 2015


Um ano.... Parabéns pra você!


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Um ano.... Parabéns pra você meu amorzinho!


Ah Sofia... Que tempo foi este que passou e eu nem vi? Se fecho meus olhos ainda posso sentir você se mexendo dentro da minha barriga... princesinha era assim que eu te chamava e conversava contigo enquanto em cambalhotas você me fazia sentir toda a a alegria de te esperar.
Um ano se passou desde que você chegou, meu presentinho precioso. Um ano de infinita felicidade e incontáveis descobertas, um ano intenso. Menina feliz de sorriso fácil e encantador, surpreendentemente esperta, expressiva, inteligente, sociável, linda!
Minha pequenina, como é bom ter você! Como é maravilhoso acompanhar seu crescimento e desenvolvimento. Sim minha querida, é um privilégio dedicar meu tempo à você! Queria eu poder guardar cada detalhe seu em minha memória para sempre... Sei que o tempo apagará muitas coisas, mas o essencial ficará eternizado em meu coração: o amor que seus olhinhos transmitem, a pureza de seu sorriso e a forma extraordinária com a qual você me completa como mãe, pois você é muito, mas muito mais do que sonhei...
Ainda aprenderei muito com você. Ainda daremos muitas risadas. Ainda choraremos juntas... E independentemente das circunstâncias estarei sempre ao seu lado, minha companheirinha.
Parabéns minha menininha pelo seu primeiro aninho. Agradeço a Deus por sua vida e peço que ELE guarde cada passinho seu. Que você cresça sempre com graça e sabedoria aos olhos do Pai. Que seu coraçãozinho sempre transborde de felicidade e amor.
Ah minha filha, saiba que você é muito amada. Bênção gigante em nossas vidas... Obrigada por trazer tanta alegria para nosso lar. Obrigada por nos adoçar com sua meiguice, por encher nossos corações com mais amor, por restaurar nossa esperança... obrigada por você ser você... Simplesmente você, do jeitinho que é! Única!